Como enfrentar a crise em 2016


Matérias de jornais, noticiários de TV e previsões econômicas apresentam todos os dias, como novela, capítulo após capítulo, um enredo de completo pessimismo. A crise é retratada de maneira apocalíptica. O acréscimo significativo de demissões no país, o aumento da inflação, a perda do grau de investimento, enfim, o cenário caótico vem sendo divulgado, bombardeando a mente da população. É tanta notícia negativa... como encontrar espaço para pensar na solução? Como enfrentar a crise em 2016, com essa avalanche sendo derramada sobre os brasileiros todos os dias?

É compreensível e natural que haja preocupação diante do momento. Contudo, quando a atenção ao medo e aos problemas é maior do que para as possibilidades e possíveis soluções, o resultado é o fator paralisação, e consequentemente o desespero começa a bater à porta. Esse método falido não ajuda a sair do lugar, não permite perceber as várias e possíveis oportunidades que se descortinam todos os dias.

Levantando aqui a máxima: "enquanto uns choram, outros vendem lenços". O que poderia ser feito para que nesses momentos, toda a energia fosse canalizada para encontrar alternativas? Responder a si mesmo o quanto tem sido positivo olhar de maneira pessimista para a crise já é um bom começo, pois, quais são as possibilidades que surgem como opções para vencer esse momento, quando o foco está em fomentar o murmúrio às dificuldades?

Não são poucos os exemplos de brasileiros criativos que, ao serem surpreendidos com a notícia do desemprego, preferem parar de se lamentar e buscam a reinvenção, tendo mais sucesso em sua nova realidade laboral do que na anterior. A manutenção do status quo faz com que haja a estagnação profissional. Já a crise, provoca movimentação no ambiente, situação que, se aproveitada e encarada com positividade, pode promover inúmeras novas possibilidades.

São muitas as oportunidades para a redescoberta individual na crise. Afinal, o profissional não nasce pronto. A carreira é uma construção e pode ser reconstruída sempre que for necessário. Basta ter meta, foco e vontade adaptativa. Para Darwin, a sobrevivência não pertence a quem usa a força, mas, sim, quem aprende a se adaptar da melhor maneira às mudanças.

A história mostra o quanto o indivíduo é capaz de se adequar às circunstâncias criando novas realidades. Desde a descoberta do fogo, da invenção da roda, das carroças puxadas por animais a carros que só faltam voar. Em pouquíssimos anos, cartas sendo substituídas pela comunicação globalizada na palma da mão através de smartphones. O ser humano é ou não é capaz de inventar, reinventar e inovar? Cada um carrega em si uma infinidade de possibilidades, basta acreditar, querer e fazer acontecer. Não é possível que um momento de crise seja paralisador de atitudes e promotor de um grande caos pessimista. É necessário usar essas circunstâncias para criar meios alternativos e vencer diariamente com positividade.

Todos os recursos para a escolha de como reagir às atuais circunstâncias está dentro de cada um. Enfrenta-se a crise de cabeça erguida e foco na solução, ou de cabeça baixa assumindo a derrota. Qual a melhor opção? O modo de enxergar o mundo define a maneira de viver.

Refletindo a questão com o coaching, que tem seu modelo voltado para o foco no positivo, que possibilidades criativas tornarão possíveis um ano com mais oportunidades?

Matérias de jornais, noticiários de TV e previsões econômicas apresentam todos os dias, como novela, capítulo após capítulo, um enredo de completo pessimismo. A crise é retratada de maneira apocalíptica. O acréscimo significativo de demissões no país, o aumento da inflação, a perda do grau de investimento, enfim, o cenário caótico vem sendo divulgado, bombardeando a mente da população. É tanta notícia negativa... como encontrar espaço para pensar na solução? Como enfrentar a crise em 2016, com essa avalanche sendo derramada sobre os brasileiros todos os dias?

É compreensível e natural que haja preocupação diante do momento. Contudo, quando a atenção ao medo e aos problemas é maior do que para as possibilidades e possíveis soluções, o resultado é o fator paralisação, e consequentemente o desespero começa a bater à porta. Esse método falido não ajuda a sair do lugar, não permite perceber as várias e possíveis oportunidades que se descortinam todos os dias.

Levantando aqui a máxima: "enquanto uns choram, outros vendem lenços". O que poderia ser feito para que nesses momentos, toda a energia fosse canalizada para encontrar alternativas? Responder a si mesmo o quanto tem sido positivo olhar de maneira pessimista para a crise já é um bom começo, pois, quais são as possibilidades que surgem como opções para vencer esse momento, quando o foco está em fomentar o murmúrio às dificuldades?

Não são poucos os exemplos de brasileiros criativos que, ao serem surpreendidos com a notícia do desemprego, preferem parar de se lamentar e buscam a reinvenção, tendo mais sucesso em sua nova realidade laboral do que na anterior. A manutenção do status quo faz com que haja a estagnação profissional. Já a crise, provoca movimentação no ambiente, situação que, se aproveitada e encarada com positividade, pode promover inúmeras novas possibilidades.

São muitas as oportunidades para a redescoberta individual na crise. Afinal, o profissional não nasce pronto. A carreira é uma construção e pode ser reconstruída sempre que for necessário. Basta ter meta, foco e vontade adaptativa. Para Darwin, a sobrevivência não pertence a quem usa a força, mas, sim, quem aprende a se adaptar da melhor maneira às mudanças.

A história mostra o quanto o indivíduo é capaz de se adequar às circunstâncias criando novas realidades. Desde a descoberta do fogo, da invenção da roda, das carroças puxadas por animais a carros que só faltam voar. Em pouquíssimos anos, cartas sendo substituídas pela comunicação globalizada na palma da mão através de smartphones. O ser humano é ou não é capaz de inventar, reinventar e inovar? Cada um carrega em si uma infinidade de possibilidades, basta acreditar, querer e fazer acontecer. Não é possível que um momento de crise seja paralisador de atitudes e promotor de um grande caos pessimista. É necessário usar essas circunstâncias para criar meios alternativos e vencer diariamente com positividade.

Todos os recursos para a escolha de como reagir às atuais circunstâncias está dentro de cada um. Enfrenta-se a crise de cabeça erguida e foco na solução, ou de cabeça baixa assumindo a derrota. Qual a melhor opção? O modo de enxergar o mundo define a maneira de viver.

Refletindo a questão com o coaching, que tem seu modelo voltado para o foco no positivo, que possibilidades criativas tornarão possíveis um ano com mais oportunidades?

Flavia Ramos - Master Coach e-mail: flavia.ramos@flaviaramoscoach.com.br

WhatsApp - (21) 99954-7777 www.flaviaramoscoach.com.br

Também disponível em: http://www2.sidneyrezende.com/noticia/258565

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