Mudança, já...


O que mais se ouve ultimamente por aí, em qualquer conversa familiar ou entre amigos, é que o Brasil precisa mudar! Entre uma reclamação e outra do governo, as palavras se repetem explicitando o desagrado e o desconforto da maioria da população com a situação atual do país.

Seja no que tange a saúde, educação, transportes etc, a questão aqui em voga é: o quanto reclamar de tudo promove realmente as mudanças que são tão desejadas por todos?

Sobre tais mudanças necessárias, reformas políticas e investimento em saúde, educação e transporte, entre outros, não há o que se discutir. Realmente urge que o país retome seu crescimento e experimente mudanças significativas em todos os aspectos. Contudo, a questão a ser refletida neste artigo é o quanto cada brasileiro pode contribuir para que essa mudança ocorra, no sentido de entender que cada um pode e deve fazer a sua parte.

Mahatma Gandhi deixou, em sua sabedoria, um ensinamento que pode, e muito, apoiar esta reflexão: "Nós devemos ser a mudança que queremos ver no mundo".

Quem, ao entrar de manhã em um transporte público, já não se deparou com a cena de idosos, grávidas ou pessoas com crianças de colo viajando em pé, enquanto nos lugares reservados para estes estão sentadas outras pessoas que não precisam estar ali? Para quem é o lugar especial no metrô, no ônibus, nas barcas,...? A quem se destina o direito de utilização de tais espaços?

Outros pontos a serem pensados: e as pichações na cidade? A má utilização do patrimônio público? Furar fila? Avançar o sinal? Dar uma graninha para o policial liberar o carro? Estacionar na vaga para portadores de necessidades especiais? Jogar lixo no chão? Pegar uma "carona" na TV a cabo do vizinho? Exigimos tanto dos outros, no entanto, o quanto temos sido responsáveis pela desordem à nossa volta?

"Qual a sua responsabilidade sobre a desordem de que se queixa?" (Freud).

A mudança no mundo ocorre quando as pessoas mudam. Qual a responsabilidade de cada indivíduo na mudança que deseja para o ambiente em que vive? Tais mudanças não são responsabilidade somente da prefeitura, governo estadual ou federal. A responsabilidade é de todos. E, o mais importante é cada pessoa entender como pode e deve contribuir para uma sociedade mais justa e um país melhor para se viver.

Essa semana ganhou notoriedade nas redes sociais um post do Museu do Amanhã cercado pelo lixo de "hoje". Fazendo um balanço das manifestações comentadas, a maioria culpava o governo pela responsabilidade da limpeza da Baía de Guanabara, o que procede e não é discutível. No entanto, todo aquele lixo ali depositado é responsabilidade de todos. Todo o cidadão que deseja uma cidade limpa precisa colaborar com a sua limpeza, não jogando lixo no chão, não jogando óleo de cozinha no encanamento, apoiando a coleta seletiva,... Cabe a cada um cuidar da sua casa. Aqui cabe entender que essa casa é nosso bairro, cidade, estado, país, planeta, enfim, o lugar onde habitamos.

Mudar é algo que acontece de dentro para fora. Não é em um passe de mágica que, ao sinal de um desejo de mudança, apenas ela ocorre, é um exercício diário de praticar aquilo que é esperado no outro, fazer ao outro o que gostaria de receber do outro. O ponto a ser pensado é: o quanto realmente a população quer mudar para provocar tais mudanças? Lembrando um pouco do Profeta Gentileza, José Datrino, que escreveu nos pilares da cidade que a gentileza gera gentileza.

A população ao longo da história foi às ruas contra a ditadura, a favor das diretas, pediram impeachment, igualdade de direitos. Agora, talvez, seja a hora de lutar pelas mudanças já! No entanto, antes de ir para as ruas, como seria se essa luta começasse dentro de cada brasileiro, dentro de suas casas, bairros, cidade, até atingir todo o país?

Um bom começo, talvez, seria perguntar-se o que é necessário ser mudado para que cada um, individualmente, possa colaborar e contribuir mais com a sociedade à sua volta. O mundo que todos desejam pode começar a existir a partir de uma simples mudança dentro de cada um de nós. Sendo assim, o quanto, individualmente, tem sido percebida a necessidade de mudar para promover mudança? O quanto cada um está disposto a realmente realizar essa mudança?

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Também disponível em: http://www.sidneyrezende.com/noticia/260650

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